CRMV-SC participará do maior simulado de emergência sanitária de SC

17 de novembro de 2022

Entre os dias 19 e 26 de novembro, será promovido um simulado de emergência sanitária no município de Presidente Getúlio. O treinamento simula a ocorrência de uma doença grave, com o objetivo de treinar os serviços veterinários e avaliar a eficiência dos planos de atuação em focos de doenças emergenciais.

A ação, realizada pela Cidasc, em conjunto com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), irá reunir aproximadamente 200 profissionais, entre eles médicos-veterinários da Cidasc, do MAPA, do Icasa, da iniciativa privada, de serviços oficiais de todos os estados brasileiros, além de representantes da América do Sul, e profissionais da Defesa Civil, da Polícia Militar e da Polícia Civil farão parte das equipes. O CRMV-SC estará representado pelo médico-veterinário Paulo Zunino, assessor técnico do conselho. O Presidente do CRMV-SC, M.V. Marcos Vinícius de Oliveira Neves, também irá participar do Simulado, pela Cidasc, onde é Coordenador Estadual de Fiscalização de Trânsito e Vigilância Sanitária no Departamento Estadual de Defesa Sanitária Animal (DEDSA).

"Este será o maior evento de campo promovido em Santa Catarina, proporcionando, além do reforço de aprendizado, o treinamento que simulará uma doença que devastaria a economia do estado, a interação com a comunidade local, bem como com outros órgãos de segurança pública, demonstrando que é um problema da sociedade em geral, e não somente do setor agropecuário", explica o Diretor de Defesa Agropecuária da Cidasc, Diego Rodrigo Torres Severo.

Segundo a Coordenadora Estadual de Sanidade Suídea, Sabrina Tavares, os exercícios simulados são muito importantes para que os profissionais vivenciem o mais próximo possível o que seria uma situação de emergência sanitária, com todas as dificuldades para conter um foco de doença que se espalha rapidamente e que traz muitos prejuízos ao Estado. "É um treino para capacitar os profissionais a atuarem da melhor forma possível, se houver um foco de peste suína africana. Além disso, proporciona a interação entre as diversas instituições que trabalharão juntas em situações de emergência sanitária", destaca Sabrina.

O exercício vai simular a ocorrência de um foco de peste suína africana, doença que não é registrada no Brasil desde a década de 1980, mas que teve focos registrados na América Central no ano passado. Todos os órgãos oficiais de defesa agropecuária, como a Cidasc, têm adotado diversas ações para prevenir a introdução da doença em território brasileiro.
G1 SC com informações da CIDASC